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23 de julho de 2010 / Manuel Tortelli

Dunga assinará contrato como técnico do São Paulo na segunda-feira, diz rádio

Segundo emissora, demissão de Ricardo Gomes já foi decidida, mas não anunciada

Do R7

Wander Roberto/Gazeta PresO desemprego do técnico Dunga após sua demissão da seleção brasileira pode durar pouco. Nesta quinta-feira (22), a rádio Jovem Pan noticiou que o treinador será o novo técnico do São Paulo e assinará contrato na segunda (26).

De acordo com a emissora, o treinador já combinou verbalmente todos os detalhes do contrato e assumirá o lugar de Ricardo Gomes, que ainda não foi dispensado oficialmente, mas desagrada a diretoria Tricolor.

Em contato telefônico com o R7 nesta quinta-feira, Dunga disse que estava passando férias no Uruguai e que ainda não tinha conversado com qualquer equipe para assumir o cargo de treinador.

O treinador “sumiu” do noticiário após o desembarque da seleção brasileira no país. A seleção foi eliminada da Copa do Mundo nas quartas de final, quando perdeu para a vice-campeã Holanda, de virada, por 2 a 1.

Ricardo Gomes conseguiu fazer o Tricolor marcar apenas um ponto nos últimos três jogos, e a insatisfação da torcida com o trabalho do técnico aumentou a poucos dias do importante confronto contra o Internacional, pela semifinal da Copa Libertadores, no dia 28.

O vice-presidente de Futebol do clube, Carlos Augusto Barros e Silva, o Leco, disse ao R7 nesta quinta que o assunto Ricardo Gomes não tinha novidades e que ele dirigirá o time no domingo (25), contra o São Paulo.

Dunga assumiu a seleção brasileira após a Copa de 2006, com a promessa de acabar com os privilégios dos astros do time e tornar a seriedade a alma da equipe. Após uma resistência inicial, ele conseguiu algum fôlego com a conquista da Copa América em 2007.

Em 2008, Dunga passou maus momentos nas eliminatórias para a Copa do Mundo, mas se recuperou com uma goleada contra Portugal no fim do ano e venceu a Copa das Confederações no ano seguinte. No Mundial, entretanto, o Brasil mostrou um futebol burocrático até ser eliminado.

A principal marca de Dunga no comando da seleção foi a rigidez de sua postura, os treinos fechados e as brigas com a imprensa, que duraram praticamente os quatro anos e chegaram ao auge durante o Mundial da África do Sul.

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